• Postado em: 5 de novembro de 2019

SMS participa do Ciclo de Oficinas de Redesenho do Plano da Saúde do Fortaleza 2040


Em evento realizado na última segunda-feira (4/11), teve início o ciclo de eventos que, até 20 de novembro, vai resultar na revisão do Plano de Saúde Pública do Fortaleza 2040. Elaborado em 2016, o documento restringiu- se a entrega dos serviços de saúde pública à população, julgando-se oportuno, agora, realizar sua revisão para contemplar todo o conjunto de fatores que afetam a qualidade de vida e, por conseguinte, as condições de bem estar físico, mental e social do cidadão.

Na abertura do evento, a Secretária Municipal da Saúde, Joana Maciel, destacou aos participantes a importância das políticas intersetoriais de saúde realizadas na gestão do Prefeito Roberto Cláudio em saneamento, meio ambiente, infraestrutura, mobilidade, esporte, lazer e educação, que impactam nos indicadores para cidades saudáveis, dando destaque internacional à capital cearense em instituições como Harvard, Banco Mundial e Organização Mundial de Saúde.

O evento contou ainda com abordagem da metodologia de Design Thinking que será aplicada com os participantes das oficinas, tendo como facilitador o especialista Marcus Rodrigues, da Escola de Gestão Pública do Estado do Ceará. Em cinco dias de trabalho, com a primeira oficina agendada para esta quinta-feira (7/11), a partir das 8h, na Câmara de Dirigentes Lojistas, um novo plano de saúde será articulado de forma sistêmica, inovadora e integrado a todo um conjunto de políticas intersetoriais.

O Secretário de Saúde do Estado, Carlos Roberto Martins (Dr. Cabeto) apresentou reflexões sobre a regionalização do atendimento à Saúde e a necessidade de um novo modelo com foco no cidadão, utilizando-se dos avanços da ciência e tecnologia e ciência para encontrar soluções inovadoras em saúde.

O professor doutor Antônio Silva Lima Neto (professor Tanta), também colaborou para a reflexão dos participantes com palestra sobre Saúde e Violência nas Cidades Invisíveis de uma Metrópole, em que apresentou as situações de desigualdade nos bairros de Fortaleza e que têm reflexo em indicadores como mortalidade infantil, gravidez na adolescência e homicídios por arma de fogo, que têm reflexo em toda a conjuntura socioeconômica da quinta maior capital do Brasil.